Dogno, o vira-latas voador

"-Cachorro sim, por quê? Vai encarar???"
Meu sonho de infância era ter um cachorro que voasse. Que pena que tive que esperar tantos anos para conseguir um... O quê? Cachorro não voa? Se você acha que não, precisa dar um pulo na sessão de vídeos e baixar os dois vídeos do Dogno voando em frente ao estádio do Pacaembu! Esse cachorro voa sim, e radiocontrolado!
O perfil côncavo/convexo é obtido curvando a asa com a mão, aos poucos. Este processo requer paciência, pois um pequeno exagero pode trincar o painel de asa. Uma vez otido o perfil desejado, eu colei as 4 nervuras de balsa (2 em cada painel) apenas como reforço para mantê-lo. Após a secagem da cola, basta unir os dois painéis mantendo o diedro necessário. Em meu caso, cerca de 6 cm em cada ponta de asa.
Meus sinceros agradecimentos à Taty, minha caríssima esposa, pela ajuda na pintura e plastificação do Dogno.
Ao Marco, pelas fotos e pelas tentativas de fotos no escuro com uma web cam.
Ao Cássio, que filmou o avião no Pacaembu e cedeu os vídeos para que eu divulgasse aqui na página. Para vê-los basta fazer o download na sessão de vídeos.
Valeu pessoal!

"-Cachorro sim, por quê? Vai encarar???"
Meu sonho de infância era ter um cachorro que voasse. Que pena que tive que esperar tantos anos para conseguir um... O quê? Cachorro não voa? Se você acha que não, precisa dar um pulo na sessão de vídeos e baixar os dois vídeos do Dogno voando em frente ao estádio do Pacaembu! Esse cachorro voa sim, e radiocontrolado!
![]() No projeto original, meu pequeno Dogno parecia mesmo um cachorro. O problema começou a aparecer quando resolvi pinta-lo como dálmata. Teve gente que me perguntou se eu estava fazendo uma vaca voadora. Pô, vaca é sacanagem! |
![]() Aí eu resolvi dar uma encrementada e coloquei uma cauda meio curvilínea, que até lembrava um pouco o rabo do Snoop. Pra quê... Neguinho olhava a cara de mau e o rabo meio ondulado e lascava: "-Bacana esse seu tubarão!" |
![]() Por dentro sobra espaço para montar o equipamento de rádio. Tudo foi fixo com cola quente, direto na lateral da fuselagem, exceto a bateria, que tem compartimento separado na parte dianteira. ![]() A asa é fixa com elásticos para facilitar o transporte e o acesso ao interior. Na parte da frente há espaço ainda para colocar um motor maior que o atual IPS DXA. |
Existem muitos modelos cujos perfis lembram animais, inclusive cães. Resolvi fazer a minha própria versão, baseado em outros que vi na internet. Dogno é um modelo bastante leve e com carga alar bem baixa. Com um metro de envergadura e apenas 220 gramas de peso total pronto para voar este "aviocão" alcança velocidades de estol bem baixas e é muito dócil e estável. O controle é feito por profundor e leme e o modelo responde muito bem devido à generosa quantidade de diedro. O motor instalado atualmente é um IPS DXA (o motor que acompanha o kit do Tiger Moth), tracionando uma hélice 10"x4,7". Do Tiger Moth também foram herdados os pico servos e receptor e o speed control Robbe RSC105. Dogno é um exemplo claro das possibilidades construtivas do depron, material do que é feito 90% do modelo. Experimentalmente, todas as colagens foram feita com cola quente, exceto a junção dos dois painéis de asa e colagem das nervuras, que foram feitos com epóxi de 30 minutos. A cola quente agiliza bastante o processo de construção pois sua secagem é quase instantânea. Entretanto, seu uso deve ser bem regulamentado pois é um adesivo pesado e se aplicada muito quente pode deformar ou até derreter o isopor. A asa deste avião não usa qualquer tipo de longarina e sua confecção é batante simples. Basta cortar as placas de depron no formato (são dois painéis) e revesti-las com fita adesiva larga. No meu caso eu fiz antes a pintura e depois revesti com a fita do tipo incolor. |
![]() O primeiro vôo foi feito no Pacaembu e praticamente não requereu maiores ajustes. Aqui Dogno plana sobre um campo de futebol perto de casa, sob minha assistência (o borrão maior ao fundo) e de pequenos admiradores locais. |
![]() O avião é bastante leve e plenamente controlável, mesmo com um pouco de vento, como nesta ocasião. Se o vento é de nariz, é possível voar quase parado. No chão, a corrida para decolar não dura 5 metros. |
![]() "-Vaca é a ..." |
Nem peixe, nem baleia, nem vaca e nem tubarão. Cachorro! Aliás, "aviocão". E muito bem comportado, diga-se de passagem. Faz curvas fechadinhas sem estolar, não ocupa muito espaço no carro e voa por mais de 15 minutos com a bateria de 7 células e 350mA/h, de NiMh. Além disso, não dorme no sofá e nem faz xixi dentro de casa. E não precisa de coleira. Sempre que posso tenho levado o Dogno pra passear e ele sempre sai contente, balançando o rabo (leme) pelo céu afora. |
Meus sinceros agradecimentos à Taty, minha caríssima esposa, pela ajuda na pintura e plastificação do Dogno.
Ao Marco, pelas fotos e pelas tentativas de fotos no escuro com uma web cam.
Ao Cássio, que filmou o avião no Pacaembu e cedeu os vídeos para que eu divulgasse aqui na página. Para vê-los basta fazer o download na sessão de vídeos.
Valeu pessoal!
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