review chuvoso parte II: Blade mSR

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brunollo
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review chuvoso parte II: Blade mSR

Mensagempor brunollo » 18 Mar 2013 11:12

[color=blue:f473bf7990][size=18:f473bf7990][b:f473bf7990]Review chuvoso parte II: Blade mSR[/b:f473bf7990][/size:f473bf7990][/color:f473bf7990]

[img:f473bf7990]http://i118.photobucket.com/albums/o90/brunollo/Aero/Blade%20mSR/mSRabertura.jpg[/img:f473bf7990]
[i:f473bf7990] Pronto para decolar e pra diversão indoor![/i:f473bf7990]

Chegou o fim de semana, e você está preso em casa debaixo de chuva? A solução para passar sua agonia de voar em março está mais perto do que você pensa: um microheli indoor pode ser sua válvula de escape. No primeiro review chuvoso, nós vimos como o [url=http://www.e-voo.com/forum/viewtopic.php?t=151083]Syma S107[/url] pode ajudar um iniciante a lidar com a vontade de voar durante a chuva. Mas o Syma é um helizinho para um iniciante mesmo, nós sabemos que ele é muito estável, mas limitado. Quem já tem alguma experiência com vôo de helis coaxiais (como o Syma), e intimidade com um rádio digital pode testar a sua habilidade com o Blade mSR. Lançado pela renomada empresa e-Flite em 2010, o mSR foi a pedra fundamental da série de microhelis de rotor simples que inundaram o mercado e é a referência quando se trata de microhelis de rotor simples. E, até hoje, é considerado uma máquina perfeita para que o piloto de heli coaxial possa dar o próximo passo no aprendizado do “vôo de rosca”. O Blade mSR abriu caminho para o fabuloso mCP-X, um microheli flybarless de passo coletivo e capaz de realizar praticamente qualquer manobra 3D que seus irmãos maiores fazem, e o mSR2, um modelo Flybarless de passo fixo que surpreende pela agilidade. O mSR parou de ser fabricado no final de 2011 para dar lugar ao mSR2, mas suas qualidades inegáveis de estabilidade, agilidade, resistência e simplicidade de programação e manutenção fizeram a e-Flite voltar a produzi-lo com pompa e circunstância. O mSR é uma ave obrigatória na estante do aeromodelista sério.

[b:f473bf7990]O que ele é?[/b:f473bf7990]

[img:f473bf7990]http://i118.photobucket.com/albums/o90/brunollo/Aero/Blade%20mSR/mSRbeautyshot.jpg[/img:f473bf7990]
[i:f473bf7990]Pequeno, mas bem bonitinho![/i:f473bf7990]

É um helicóptero? Sim, o Blade mSR é um helicóptero completo! Rotor simples e rotor de cauda fazem ele ser reconhecido como um helicóptero rapidamente. O visual “esportivo” dele, com as entranhas aparecendo, mostra que ele não está aqui para brincadeira.
É pequeno? Sim, ele tem 18cm de comprimento e 20cm de disco. E pesa apenas 27 gramas, é um peso-pena dos helis. Mesmo entre os microhelis, o mSR surpreende pelo pouco peso.
É estável? Sim. Apesar de ser um heli de rotor simples, o mSR se vale de um flybar defasado a 45 graus das pás do rotor principal para ter mais estabilidade. O conceito é de um rotor Bell Hiller modificado. As pás relativamente curtas e largas proporcionam uma rotação relativamente alta do rotor, o que aumenta o efeito giroscópico do microheli. O giro no leme ajuda muito também.
É indoor? Sim, ele é estável o suficiente para ser voado indoor, dentro da sala de estar ou até dentro do quarto. Voos outdoor também são possíveis, mas a condição deve ser de vento zero. Qualquer ventinho pode empurrar ele pra longe, e nessa situação trazer ele de volta não é fácil.

[img:f473bf7990]http://i118.photobucket.com/albums/o90/brunollo/Aero/Blade%20mSR/mSRDVD.jpg[/img:f473bf7990]
[i:f473bf7990]Ao lado de um DVD, podemos ver como ele é pequeno[/i:f473bf7990]

É barato? Não. No Brasil, se vc achar um mSR por menos de 500 reais, COMPRE PORQUE ESTÁ UMA PECHINCHA!!! Mas será que vale a pena gastar essa grana toda em apenas 27 gramas de alta tecnologia? Vamos descobrir.

[b:f473bf7990]Voando[/b:f473bf7990]

[img:f473bf7990]http://i118.photobucket.com/albums/o90/brunollo/Aero/Blade%20mSR/mSRCaixa.jpg[/img:f473bf7990]
[i:f473bf7990] Chegou o mSR em casa! Vamos voar?[/i:f473bf7990]

Voar? Mas já? Sim, o mSR é RTF. Basta carregar as baterias (vem um carregador supertransado com o mSR para carregar QUATRO baterias de uma vez só!), bindar o helizim e... programar ele numa memória de um rádio Spektrum. Tudo bem, vc vai levar uns 15 minutos, mas é só seguir as orientações do manual que ele vai voar numa boa, CERTEZA. Se você for um piloto de heli experiente, poderá depois brincar com as programações, como exponencial e rates. Mas no começo, recomendo a todo mundo que siga as recomendações do manual e comece com os rates baixos no rádio. Assim, vc garante um primeiro vôo sem sustos. Mas antes de voar, vamos gastar uns dez minutos observando o mSR.

[img:f473bf7990]http://i118.photobucket.com/albums/o90/brunollo/Aero/Blade%20mSR/mSRsemcanopi.jpg[/img:f473bf7990]
[i:f473bf7990]Sem o canopi: o mSR não tem nada a esconder. A contagem baixa de peças e a simplicidade na construção facilitam a manutenção e mostram que um projeto bem pensado é elegante na sua simplicidade.[/i:f473bf7990]

O Blade mSR é tão simples e elegante que chega a ser desconcertante: o motor, a main gear, a placa tudo-em-um, os servos embutidos na placa, o rotor de cauda, a bailarina, tudo é feito para ser direto e de fácil manutenção. O kit vem bem completo, inclusive com um carregador muito melhor do que o oferecido nos Minium. O uso de materiais nobres também está por todo lado: fibra de carbono no tail boom, no eixo principal, fiação esmaltada e embutida para o motor do rotor de cauda (sim, o mSR usa motor no rotor de cauda. Colocar uma correia ou um cardã nesse microheli seria uma complicação desnecessária. Em compensação, os dois motores são escovados e demandam uma troca de vez em quando. As escovinhas acabam e a força dos motores também. Ele avisa de forma bem evidente quando está na hora da troca de um dos motores. O rotor de cauda para de responder e o rotor principal não “pega” mais sozinho, uns dois ou três vôos antes ele perde muita força. Não recomendo tentar voar o Blade com esses motores “cansados”. Além da chance maior de lenha pelo menor controle, já vi alguns mSR queimarem os FETs da placa tudo-em-um por causa desses motores cansados, que pedem mais corrente em voo. Trocar um FET desses é um trampo violento! A sorte é que as peças de reposição podem ser encontradas no Brasil com facilidade –apesar de caras- e o seu mSR não fica parado no chão esperando peças.)

[img:f473bf7990]http://i118.photobucket.com/albums/o90/brunollo/Aero/Blade%20mSR/mSRdetalhes.jpg[/img:f473bf7990]
[i:f473bf7990]1. Esse carregador ajuda a quem tem mSR e também tem Minium. Mais agilidade pra carregar as baterias!
2. Pinhão de metal e coroa encaixada no eixo de fibra de carbono. Tudo é feito para ceder, desencaixar ou soltar, assim o heli pode até desmontar num tombo mais forte, mas não quebra.
3. Conjunto de cauda muito simples e bem bolado. De fibra de carbono, também tudo é encaixado de forma que se solte num tombo em vez de quebrar.
4. Bailarina e flybar: os responsáveis pela excelente combinação de estabilidade e agilidade do mSR. Interessante também é observar as pás do rotor principal pivotantes. Alguns helis concorrentes não possuem pás pivotantes, e isso as torna mais propensas a quebras.[/i:f473bf7990]

Uma outra coisa importante de ressaltar é que a e-Flite oferece o mSR com um controle proprietário dela. NÃO COMPRE ELE COM ESSE CONTROLE. O mSR realmente se beneficia das programações digitais de um rádio Spektrum. Pena que não tenha opção de bindar com rádios de outros sistemas, apenas o DSM2 e o DSM-x. Então, faça a opção pelo mSR BnF, que vc simplesmente binda ao rádio (e é bem mais difícil de achar no Brasil...) Não compre o RTF, que vem com o radinho da e-Flite, a menos que vc tenha um rádio de outro sistema e n quiser comprar um Spektrum apenas para voar o mSR, o que é perfeitamente compreensível.

[b:f473bf7990]Agora sim, voando![/b:f473bf7990]

[img:f473bf7990]http://i118.photobucket.com/albums/o90/brunollo/Aero/Blade%20mSR/mSRvoando.jpg[/img:f473bf7990]
[i:f473bf7990]O mSR é estável o suficiente para vc, num hover, largar o controle, pegar a câmera e bater uma foto. Sim, essa foto tremida eu mesmo tirei correndo enquanto pilotava ele: larguei o controle, peguei a câmera, bati a foto e peguei o controle de volta![/i:f473bf7990]

Tudo bem, helicóptero analisado, rádio programado, vamos voar? Acelerou, subiu, está voando! A curva de aceleração sugerida pela e-Flite é muito boa, com resolução alta no hover. Então, não tem segredo: ele decola numa boa, atende aos comandos de aileron, profundor e leme, e é bem mais “na mão” que o Syma do primeiro review. Graças ao aileron, o piloto consegue fazer pousos de precisão com facilidade. Outra “manobra” que os “pilotos indoor” gostam de fazer é ir de um cômodo a outro, passando assim por corredores e portas. Enquanto é quase impossível voar por um corredor com um heli coaxial (a turbulência gerada pela proximidade das paredes acaba jogando o helizim contra uma delas) com o Blade é muito mais tranqüilo. Aproximou de uma parede? Sem problema, basta usar o aileron para tirar ele daquela parede. A mesma coisa com as portas, que são um desafio para os helis coaxiais e uma tranqüilidade para o Blade. De resto, um vôo preciso e firme, com a agilidade extra que se espera de um heli com rotor simples, mas ainda com uma dose de estabilidade surpreendente para um micro desse tamanho.
Outra coisa legal é notar como o giro trava bem a cauda! Girando para um lado ou outro, basta soltar o comando de leme que ele pára imediatamente. Ao observar uma resposta tão afiada, a gente tem certeza que está voando um heli de primeira linha.
Uma coisa que ninguém gosta é de cair, mas o mSR cobre isso bem também: uma queda dificilmente causa danos, pois o Blade é muito leve. Basta lembrar de cortar o motor na queda. A parte mais propensa a danos num tombo, por incrível que pareça, é o trem de pouso. Muito fininho, ele pode quebrar se a pancada for grande e ele agarrar em algum lugar.

[b:f473bf7990]Videos[/b:f473bf7990]


[yt]ZMW9Jb1GUkY[/yt]
[i:f473bf7990]Voo básico[/i:f473bf7990]

[yt]MbWoOSKsl5c[/yt]
[i:f473bf7990]Pouso de precisão[/i:f473bf7990]

[yt]rE0vB8flRE0[/yt]
[i:f473bf7990]Atuação do Giro[/i:f473bf7990]

mSR pilotado por mim e filmado pela Heloísa, minha filha de seis anos. Engraçado é ouvir os comentários dela! Tudo no apê novo, antes mesmo de os móveis estarem todos lá e um monte de coisa ainda estar encaixotada. Sejam bem-vindos e não reparem na bagunça!

[b:f473bf7990]Modificações[/b:f473bf7990]

[img:f473bf7990]http://i118.photobucket.com/albums/o90/brunollo/Aero/Blade%20mSR/mSRNanotechs.jpg[/img:f473bf7990]
[i:f473bf7990]As baterias nanotech de 160mAh são as melhores opções para reposição das originais![/i:f473bf7990]

O Blade é um helizinho muito redondo, quase não pede nada para voar ainda melhor. A maioria das modificações que os pilotos experientes de mSR fazem consiste em ajustes de software para ele ficar mais manso ou mais ágil. Mas algumas modificações de hardware são bem-vindas. A própria e-Flite traz algumas peças para modificações estéticas, e fabricantes de peças pra helis oferecem pacotes de upgrades para o mSR.
1. Troca da bateria da e-Flite por uma Turnigy Nanotech de 160mAh. A bateria da e-Flite é claramente subdimensionada para o Blade. Então, aprenda a voar com ela, mas quando ela abrir o bico, troque por uma Nanotech de 160mAh. Ela pesa o mesmo da e-flite, é mixaria mais comprida, entrega mais tempo de vôo, mais corrente num punch e permite que o giro comande mais rapidamente a cauda, dando mais corrente (e potência) também ao rotor de cauda. Essa é provavelmente a melhor modificação para seu mSR, e a mais simples também.
2. Troca das peças plásticas pretas por peças “glow in the dark” da própria e-Flite. Pode parecer uma bobagem, mas ajuda muito aos “pilotos indoor noturnos”. Uma das graças nele está mesmo em voar no escuro.
3. Alguns malucos do RCGroups decidiram trocar o motor original por um brushless. Eu não tentei, mas quem fez diz que o resultado é bom e aí não há necessidade de trocar o motor principal. Mas o motor de cauda ainda pede uma troca de vez em quando. Por isso acho meio desnecessário num heli que não é acrobático, e o trampo é federal!
4. Instalar uma bailarina e outras partes de alumínio. Eu não vi vantagem nisso, pois o mSR fica um pouco mais pesado, mas quem monta diz que ele fica com um vôo mais preciso. Eu não acredito que haja necessidade, pois o mSR não é acrobático, mas ele fica com um visual invocado com a bailarina em alumínio. Minha sugestão? Use a grana para comprar um motor principal sobressalente, ou compre mais baterias!
5. Carenar o heli: O mSR é uma plataforma estável o suficiente para fazer coisas diferentes, como tirar onda com um heli completamente carenado. Alguns fabricantes americanos fazem essas microcarenagens que deixam o mSR com um visual bem diferente. Há ainda a opção de fazer carenagens completas em papercraft, pois elas ficam bonitas, têm vários modelos e saem DE GRAÇA!!! Fica legal? Fica, muito, tem vários modelos. O único problema é que com as carenagens o peso aumenta, seu heli vai ficar bem mais pesado, o tempo de vôo vai diminuir bastante, o motor vai ser mais exigido, etc...
6. Balancear as hélices de qualquer coisa que voe sempre ajuda, e o mSR não é exceção. O jogo de hélices balanceadas aumenta a eficiência da sustentação, diminui a vibração, facilita o trabalho do giro, aumenta a precisão e promove menos fadiga de todo o helicóptero. Segue o microtutorial:
6.1. Segure o bicho pelo trem de pouso.
6.2. acelere ele e sinta a vibração com as mãos.
6.3. Marque uma hélice com uma caneta pra identificar.
6.4. Cole nela um pedacinho de durex e acelera de novo. Vibrou menos? Ponto! vc diminuiu a vibração. Se vibrou mais, tire o Durex e cole na outra pá. Acelere de novo e veja se vibrou menos dessa vez.
6.5. Repita esse processo até diminuir bastante a vibração. Pronto. VC não vai conseguir zerar a vibração, mas vai diminuir muito e tornar ele muito mais estável. Para zerar MESMO, vc precisará de um balanceador de hélices pequeno e bem preciso de helicóptero. Enquanto no Syma eu acho isso desnecessário, já acho uma boa opção para o mSR. Essa é a segunda coisa mais fácil que vc pode fazer no mSR, e é altamente recomendável também.
7. Proteger a tampa traseira do motor de cauda e os fios com plástico termoretrátil.A tampa traseira do motor de cauda, que abrca as escovas e o mancal traseiro do motorzinho, pode "pular fora" em uma pancada forte. Os fiozinhos naquela área também são frágeis. Um termoretrátil colocado estrategicamente pra proteger a área é uma ótima pedida, quase não agrega peso e protege mais o conjunto de cauda.

[b:f473bf7990]Kitzinho de manutenção básico[/b:f473bf7990]

[img:f473bf7990]http://i118.photobucket.com/albums/o90/brunollo/mSRcrashkit.jpg[/img:f473bf7990]
[i:f473bf7990]Pecinhas pra uma eventualidade[/i:f473bf7990]

Eu sempre tenho à mão um kit básico de peças de manutenção e reposição, que mantém o mSR voando: um motor principal sobressalente, um conjunto de cauda sobressalente completo (com motor e hélices de cauda), um trem de pouso sobressalente e um Flybar sobressalente (na foto), além de borrachinhas, links para a bailarina e retentores diversos.

[b:f473bf7990]É para um iniciante?[/b:f473bf7990]

Não. Para voar bem, o mSR exige do piloto automatismo no comando do motor e intimidade com aileron e leme. Isso é conseguido depois de um treino com helis coaxiais, esses sim para iniciantes.

[b:f473bf7990]Conclusão:[/b:f473bf7990]

Meter a mão no bolso com força e pagar mais de 500 reais num mSR vale a pena? Vale. O mSR é como os Miniums da Kyosho: mesmo sendo mais caro que concorrentes similares, ele entrega um desempenho e estabilidade muito superiores, evitando frustrações e gastos desnecessários. O melhor jeito de comprar bem é comprar uma vez só, e o Blade mSR oferece exatamente isso.

[b:f473bf7990]Prós:[/b:f473bf7990]
-Estabilidade em vôo
-pacote completo e bom de vôo já de fábrica, não tem que “tunar” nem recolher a nenhuma “receita mágica”...
-Sistema eletrônico tudo-em-um
-Resistência a quedas
-Qualidade na construção: fibra de carbono em partes críticas pra manter o peso baixo
-Disponibilidade de peças de reposição mantém o mSR sempre voando
-Simplicidade na construção mantém baixo o número de peças e facilita a manutenção
-Bindagem com rádios Spektrum abre possibilidades de configuração para pilotos experientes
-Carregador que carrega até quatro baterias de uma vez!

[b:f473bf7990]Contras:[/b:f473bf7990]
-Preço: nos EUA, ele custa 130 dólares no site da e-Flite, aqui no Brasil ele sai a mais de 500 reais. Ele vale o que custa, mas não deixa de ser caro.
-Só binda com Spektrum, como todo microheli da e-Flite. Uma pena não bindar com outros sistemas. A e-Flite deveria investir, sei lá, num tudo-em-um que bindasse com mais opções de rádios. Mas a Horizon não deixa... business, business.
-O radio que vem no RTF é realmente muito simples. Não falo que é mequetrefe pois ele é DSM2/DSMx. Mas o mSR não consegue entregar todo seu potencial com esse radinho. SE VOCÊ TIVER que comprar um RTF, binde o mSR ao Spektrum e use o radinho e-Flite para montar um treinador ou um acrobático mais manso.
-Trem de pouso frágil. Pelo menos é a peça mais fácil de trocar do heli.

Semana que vem tem a terceira parte do review chuvoso com o [url=http://www.e-voo.com/forum/viewtopic.php?t=154626]Blade mCP-X[/url]!!
Texto e fotos: Bruno Angrisano
Vídeos: Helô
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Mensagempor rafakrav » 18 Mar 2013 14:54

Sem querer ser chato, ótimo tutorial, mas algumas coisas.

Preço: 99U$ no site oficial... Dá para achar bem mais baixo. Não 130U$

Quanto a ser para iniciante... Eu não recomendo de forma alguma um Coax para iniciar... A pessoa "domina" muito rápido, não aprende nada! Eu gosto de recomendar o Msr/Trex100/NE Solo Pro,.... por serem fáceis para pilotar e quase "inquebráveis"...


E esse é o modelo "velho". Hoje eles vendem o MsrX ou algo assim, ainda mais estável :wink:


Fora isso, bom review :D

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Mensagempor eashiuchi » 18 Mar 2013 17:53

Querendo ser chato com um chato que não queria ser, mas foi...

Rafakrav, tudo que você comentou já foi tocado no review.

Diria que os coaxiais servem muito bem para os pré-iniciantes, principalmente porque estão mais para brinquedos e servem para saber se tem habilidade, força de vontade, tempo e grana para investir em um 6CH.

Mas concordo que quem já está decidido mesmo em partir para 6 CH ou mais deve pular os coaxiais. Logo, esse ponto é apenas uma questão de definição de quem é iniciante de fato.

Esse modelo é "velho" sim, mas ainda se acham usados por ai e algumas sobras de estoque!
Canal Bit - 49,860Mhz
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Mensagempor rafakrav » 18 Mar 2013 18:14

[quote:63d7ef3e91="eashiuchi"]Querendo ser chato com um chato que não queria ser, mas foi...

Rafakrav, tudo que você comentou já foi tocado no review.

Diria que os coaxiais servem muito bem para os pré-iniciantes, principalmente porque estão mais para brinquedos e servem para saber se tem habilidade, força de vontade, tempo e grana para investir em um 6CH.

Mas concordo que quem já está decidido mesmo em partir para 6 CH ou mais deve pular os coaxiais. Logo, esse ponto é apenas uma questão de definição de quem é iniciante de fato.

Esse modelo é "velho" sim, mas ainda se acham usados por ai e algumas sobras de estoque![/quote:63d7ef3e91]

Sem problemas :wink:

Eu inclusive tenho um... Mas acho que ele já não entra muito na disputa do mercado hoje em dia...

E ainda continuo naquela do 4ch passo fixo. Os micros são perfeitos para iniciantes, quase inquebráveis e sempre aquele "desafio" que nos faz querer voar mais e mais para dominar a máquina :D
Trex700 DFC - Airtronics SD10G

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Mensagempor brunollo » 19 Mar 2013 08:06

Rafa, eu tinha até desistido há algum tempo de fazer o review do mSR (que eu tenho há alguns anos) quando saiu o X, Flybarless e chio de outros quetais. Mas quando a e-flite parou de fabricar o mSR os 'mericans pediram EM PESO o retorno dele, pois o heli é muito bom. E ele voltou igualzinho, para alegria dos modelistas (inclusive eu falo isso na matéria), o que me motivou a escrever e publicar o e-mail. Segundo o pessoal técnico da e-Flite (eu troquei uns e-mails com ele para resolver algumas dúvidas, eles são realmente solícitos) a única diferença dele para o antigo (o que eu tenho) é que ele binda tanto com o DSM2 quanto com o DSM-x. E ainda é mais barato comprá-lo que comprar um mSR-X, especialmente aqui no Brasil. O mSR é pop!
(sobre testar o mSR-X ou outros modelos mais novos, tenho que lembrar que quem paga os modelos desses review é o próprio autor... mas se vcs quiserem me dar alguns de presente pra eu testar eu não fico triste! Por outro lado, eu tento ter um contato de pelo menos alguns meses com qualquer modelo que eu teste para fazer um review mais encorpado, observar vícios de produção ou de projeto e tentar arrumar soluções para eles que validem a compra. Mas valeu pelos toques. A minha intenção aqui realmente não foi avaliar o bicho mais moderno à disposição no mercado, mas sim um produto testado e aprovado por mim, que passou muito tempo na minha mão, já sofreu manutenção, etc, e que eu teria coragem de dizer ao leitor: sim, esse vale a pena comprar. Pra vc ter ideia, alguns aeromodelos que eu tenho ou tive são excelentes mas eu simplesmente não fiz o review pois saíram de linha, como o Helios da Hyperion. O mSR tinha saído de linha e consequentemente da lista de review, quando voltou a ser produzido decidi fazer o review. Sobre helis pra um iniciante, eu recomendaria a vc ler o review do Syma. Como o próprio Edgar escreveu, o coax é um excelente heli pra quem nunca pilotou nada, como uma criança. A minha filha está aprendendo a voar com um Syma)
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ferrabra
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Mensagempor ferrabra » 19 Mar 2013 08:26

Também tenho um mSR que foi o meu primeiro heli decente, mas não pode deixar nem a janela aberta no meu 15 andar!
Para que ele fique realmente inquebrável, sugiro colocar plástico retrátil em torno do motor da cauda para preservar os fios. Troquei 2 caudas antes de adotar este [url=http://www.youtube.com/watch?v=jarbJiUh0qA] modificação[/url].

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Mensagempor brunollo » 19 Mar 2013 09:52

Boa! Vou editar a matéria colocando essa modificação. Abs!
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